O novo filme de Luc Besson, "Lucy", assim como o (também seu) "Quinto Elemento", é mais um daqueles filmes que empolgam pelas possibilidades futuristas de como nós, seres humanos, poderíamos, ou poderemos ser, com a evolução do intelecto.
Em "Lucy" não é diferente. A Bela Scarlett, protagoniza, na visão do cineasta francês, o que seríamos capazes de fazer.
Aliás, em que pese as empolgantes demonstrações de poder do recém desenvolvido cérebro de Scarlett, dominando completamente a matéria que nos cerca, ainda assim, não consigo entender esta mania de dissociar a evolução intelectual com a evolução moral e dos sentimentos. É como se estivéssemos destinados a ser robozinhos com cérebros bem dotados.
Contudo, o que realmente me chamou a atenção foi uma semelhança incrível com o filme "O passageiro do futuro", onde um jardineiro deficiente mental é cobaia de um experimento que, com injeção de drogas, também tem sua inteligência expandida ao máximo.
Mas, é melhor eu parar com as semelhanças para não estragar o filme de quem não viu. Será que vai rolar uma ação por plágio?
Enfim, pra quem gosta do gênero - como eu - vale a pena, sim.

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